Caetano e o violão guardado e aquela flor.
A água não pode ferver. Sempre esqueço desta regra. Deixo no fogo alto. Que aprecio ebulições e transbordamentos e tempestades minúsculas. As noites parecem dias e este par de olhos castanhos que me segue as vezes nubla. Ai a gente queima alecrim. E fala de balanços com vista para o rio, das janelas azuis que estão descascando e começo do fim do mundo.
E se fosse verdade?
Acontece, que os moinhos se movem rápido demais e pisquei um pouco e já estávamos aqui. Muito sabidos embora deveras cansados. Lejos demás para que possamos de fato ouvir um ao outro. E, mesmo assim. Ainda somos nós.