Dobro a esquina e sem querer encontro aquela vontade de não parar mais de caminhar. É em goles pequenos que ando a beber a vida e não me sacia, Saudade de me afogar. Vontade de não mais rever e julgar meus passos. Mas não há nada a fazer hoje agora por enquanto. Então, fecho os olhor pra ouvir melhor e lambo o sangue dos meus lábios. Agosto.
19/08/2011
Que se tu me pede, conto.
Faz sol, solto os cabelos, como pão aos bocados e mais café do que deve ser permitido. Desisto, tu cansa. E seguimos nestas de gangorra e sonhos inexplicáveis. Já me espanta pouco te saber e penso que enxergas porque conhece o avesso. Sinto o gosto das palavras com as quais me presenteia, mas não te decifro. Hoje a noite a lua vai ser pedaçuda. Sabia?